Falta de vaga para estacionar !
Postado em Curiosidades em maio 24, 2010 por fujibikeDicionário Técnico – A
Postado em Dicionário Técnico em abril 8, 2010 por fujibikeDicionário com a letra A
Amortecedor traseiro – O amortecedor traseiro é uma peça que usa um tipo de mola e/ou amortecedor para proteger o ciclista e a bicicleta dos efeitos da rodagem em superfícies irregulares. É fixada num quadro especialmente desenhado para isso.
Alforje - Espécie de bolsa para levar as bagagens dos ciclistas em viagens, geralmente apoiada sobre um bagageiro, com abas laterais para distribuição do peso e manter o equilíbrio da bicicleta;
Alavanca de câmbio – Componentes utilizado para trocar as marchas de bicicletas, podem ser do tipo indexado (as marchas possuem posições pre-estabelecidas para as trocas) ou não indexado na qual o ciclista regula o movimento para a troca. Os tipos mais usuais são “thumbshift” (sistema mais simples no qual se empurra/puxa uma alavanca para a troca das marchas), “rapid fire”, rotativos (troca-se as marchas girando), ”Rapid Fire Dual Control” na qual as trocas de marchas são realizadas através dos manetes dos freios e “STI´s” ou “Ergopower” são trocadores do tipo Dual Control para bicicletas de ciclsimo de estrada.
Andar na Roda - Você, praticante de ciclismo e triathlon, já viu com certeza os ciclistas que vão encaixadinhos uns atrás dos outros durante uma prova ou treinamento. Essa prática é conhecida no Brasil como andar na roda, sugar roda, ou andar no vácuo.
A maior força que um ciclista tem de vencer é a resistência do ar. Cerca de 70% da energia que um ciclista gasta é para furar a camada de ar que nos envolve. Portanto, quanto mais dentro do vácuo do ciclista que vai à sua frente você estiver, melhor será seu rendimento e menos energia você gastará,
Quanto maior a velocidade que você estiver desenvolvendo, mais você sente os benefícios do vácuo. A uma velocidade de 30 km/h a economia de energia do ciclista no vácuo é de cerca de 17%, já a uma velocidade de 40 km/h o benefício para o ciclista na roda de outro é de 27%, e assim vai aumentando progressivamente. Já em pelotões grandes com várias filas de ciclistas, o benefício da economia de energia para o ciclista do meio do pelotão chega a ser de 39%. Isso explica porque em provas longas o ciclista que se desgarra (sobra) do pelotão, quase nunca consegue manter o mesmo ritmo da prova.
Veja abaixo algumas dicas de como andar na roda:
Quem está puxando o pelotão, necessita de muita concentração, pois cabe a ele alertar com sinais e gritos, todo o grupo sobre os perigos da via: buracos, pedras, carros, animais, pedestres, etc… A fila de ciclistas todos encaixadinhos tem o efeito de dominó, o que acontecer com o primeiro acontecerá com todo o grupo! Cuidado!
Posicione-se bem atrás da roda do ciclista à sua frente, a distância de uma roda, já é o suficiente para se beneficiar do vácuo. Quanto mais próximo, maior será o efeito do vácuo, procure não se aproximar menos que 10 cm da roda que vai à frente.
Não deixe que sua roda dianteira ultrapasse a roda traseira do ciclista à frente, pois se ele precisar desviar rápido de alguma coisa vai resvalar em sua roda dianteira e vai derrubar você!
Concentre-se totalmente no que está fazendo. Não olhe para os lados, não tire a mão do guidão. Se precisar beber água, deixe para a hora da subida, ou quando estiver por último na fila.
Não fique olhando apenas para a roda à sua frente, olhe também para o que ocorre lá na frente onde está o puxador para antecipar os movimentos e perigos da via, mas não se distraia! É uma questão de ritmo: mantendo o ritmo correto, você não vai bater na roda do ciclista à frente.
Mantenha seus cotovelos semiflexionados, seus braços, ombros e mãos relaxadas. Se cansar concentre-se na sua respiração e no formato de sua pedalada que deve ser sempre redondinha.
É aconselhável combinar o sinal ou o gesto que indicará o momento de cada puxador sair e ir para o final do pelotão. Normalmente o puxador sai para a esquerda enquanto o segundo do pelotão assume a liderança, e o puxador vai então para o último lugar do pelotão.
Também ajuda se combinarem quanto tempo cada um deve puxar o pelotão. Entre 1 e 3 minutos é o suficiente, já que o esforço que o puxador faz é bem maior que os que estão no vácuo.
Quando chegar sua vez de puxar, mova-se lentamente para a frente, sem aumentar o ritmo. Em pequenas descidas é normal a velocidade aumentar, mas faça isto gradualmente para não abrir brechas no pelotão. Em subidas não force o ritmo, mantenha o mesmo passo que você vinha fazendo, é normal que a velocidade caia.
Em descidas muito íngremes e perigosas é melhor abrir espaços grandes entre os ciclistas, pois em caso de acidente com um ciclista, os outros têm tempo de reação.
Quando você for o puxador, olhe bem à frente da estrada, escolha sempre o melhor caminho evitando buracos e pedras. Cuidado com veículos parados no acostamento e outros perigos. Não freie nem faça movimentos bruscos e use sinais, gestos e gritos para alertar seus companheiros sobre os perigos da estrada.
Quando estiver na roda de alguém não freie! Se precisar controlar a velocidade, pare de pedalar e saia um pouco de lado para pegar vento e diminuir a velocidade da bike, levantar um pouco do selim também funciona.
É preferível começar andando na roda de amigos que você já conhece o estilo de pedalada e o nível de condicionamento. Se você estiver treinando e outro ciclista desconhecido lhe ultrapassar, você pode educadamente pedir se ele se importa que você peque uma carona em sua roda. Ofereça-se para revezar com ele. Mas atenção, se notar que ele é inexperiente ou não tem o mesmo nível que você, desista!
Se você é inexperiente nisso, é melhor que você fique na roda de outro ciclista com mais técnica para aprender com ele.
Treinar vácuo é excelente para simular sua participação em provas, seja ela de ciclismo, mtb ou triathlon além de ser um ótimo treino de resistência anaeróbica.
Aro – Peça principal de uma roda. Nele são presos os raios e é onde se colocam os pneus.
Ataque – Aceleração rápida para adiantar-se em relação a um ciclista ou grupo de corredores
Audax – Audax é um evento ciclístico não-competitivo e de longa distância, conhecido internacionalmente também pelo nome de “randonnees”.
Avanço – Ver mesa.
Suspensão, porque você precisa e como elas funcionam
Postado em Dicas Técnicas em abril 7, 2010 por fujibikeA tecnologia de suspensões tem evoluído rapidamente. O que é o top hoje, amanhã passa a ser um degrau na evolução dessa peça que já passou a ser item obrigatório em uma MTB.
Inicialmente muitos resistiram à suspensão por serem pesadas e atrapalharem nas subidas. Mas o tempo passou e hoje o peso já não é problema com os novos materiais empregados e as travas estão aí para você desativá-las nas rampas que enfrenta.
O preço, que ainda é um empecilho para as mais modernas e leves, tem caído também e já encontramos modelos com um bom custo benefício.
O fim do descrédito
Hoje comprar uma downhill sem suspensão é algo impensável. Até mesmo as suspensões traseiras estão cada dia mais presente. Elas eram as mais responsáveis pelo acréscimo de peso de uma bike e nem sempre eficientes, o que também mudou. Hoje uma traseira tem a capacidade de até ajudar em uma escalada de morro. Ela mantém a roda traseira grudada ao chão dando toda tração que você possa conseguir tirar das pernas.
Hoje o maior problema em se ter uma ou as duas rodas com suspensão é saber regular o equipamento para tirar o máximo dele. Ou não deixar que ele atrapalhe. Os ajustes são muito pessoais. Você deve primeiro se interar pelo manual de tudo que sua suspensão pode te dar e depois ir a um lugar tranqüilo para testar e achar a regulagem certa para o seu desempenho.
Depois disso, ela requer a mesma atenção de manutenção que outras partes móveis da bike podem exigir. Nada mais que isso.
Elementos vitais
Todos os fabricantes dizem que tem a melhor suspensão, tecnologia inovadora e outras coisas que os marqueteiros de plantão conseguem pensar. Mas no fundo são apenas dois elementos: a mola, que permite a roda se mover em relação ao quadro e o amortecedor que controla a velocidade com que a mola se move.
A mola pode ser uma câmera de ar ou óleo, uma mola helicoidal, uma haste elástica, ou uma combinação de dois ou mais destes elementos. A mola faz o trabalho visível: a absorção do choque. Quando você bate em algo, ela encolhe e absorve a pressão extra. A rigidez da mola define o quanto ela move no momento do impacto. Quanto mais mole for, maior é o vai e vem.
A ação de amortecer controla a velocidade deste movimento da mola. Uma mola sem um amortecedor, uma vez acionada, tende a ficar pulando direto. Isso em um brinquedo tipo pula-pula é até divertido, mas na bike o efeito é devastador.
Hoje a maioria das suspensões de bike vem com controles de amortecimento. Geralmente é um botão em cima de uma dos lados do garfo em que é possível dar mais ou menos amortecimento. As mais sofisticadas e caras, tem controles por cabos e você consegue manejar tudo ainda pedalando.
Controles
A quantidade de controles em uma suspensão não quer dizer necessariamente que ela é melhor. Quanto mais botões têm, mais posições erradas você também terá para se enganar. Se você não for sistemático de ir ajustando sempre assim que muda de terreno, vai com certeza usar uma regulagem pior em algum caso do que se estivesse usando um sistema médio.
Por sistema médio, podemos entender uma suspensão que realiza um bom trabalho em vários terrenos. O desempenho pode ficar um pouco prejudicado, mas se você não esta numa corrida, o sossego de não ter que ficar trocando de regulagem pode ajudar.
Se você quer apenas um conforto em terrenos irregulares e encara umas subidas de vez enquando, talvez uma suspensão de apenas uma regulagem de amortecimento e uma trava para mante-la dura nas escaladas de morros pode ser o ideal.
Curso
O curso de uma suspensão é o quando o garfo encolhe. Inicialmente eles vinham com apenas 60 a 80 mm. Hoje é fácil encontrar suspensões com até 150 mm, mas o mais comum são as de 100 mm.
Quanto mais longo for a parte móvel, maior é o custo e o peso. Isso porque, no mínimo, vai material a mais. E se o fabricante for manter o peso baixo o custo sobe mais ainda, pois o material vai ser especial.
Suspensões longas têm mais desvantagens para um pedal regular do que vantagens. Elas, por serem mais flexíveis, passam menos confiança nas curvas e podem consumir parte do seu esforço de pedalar somente no molejo. Ainda, nas subidas, por empinarem mais a bike, fazem o trabalho ser dobrado. A única indicação segura para longos cursos (130 e 150 mm) é no downhill e freeride onde os impactos frontais são enorme
Como escolher o melhor quadro para sua bicicleta
Postado em Dicas Técnicas em abril 7, 2010 por fujibikeFizemos uma guia básico para que você faça a melhor escolha para sua bicicleta.
Com a hegemonia do alumínio, até parece óbvia a resposta. Já com mais de dez anos no mercado, este metal já ganhou a confiança da maioria dos ciclistas. E com a massificação da produção, o preço esta cada dia melhor.
No entanto, já há outras opções de materiais e até mesmo diferenças entre tipos de alumínio. Para que a sua decisão seja a melhor possível, produzimos um guia para você chegar à loja falando a mesma língua que o vendedor e poder escolher melhor.
Primeiramente, é necessário entender dois princípios que norteiam a qualidade de um quadro, seja ele de que material for.
Solda
O quadro tem quase a mesma importância que uma corrente numa bike. Se ela quebra, o pedal acaba. Com um quadro quebrado, talvez e, com muita sorte, você ainda consiga pedalar capengamente. Sempre ouvimos dizer que uma corrente é tão forte quanto o mais fraco de seus elos. Basta um quebrado para acabar a festa.
No quadro, isso vale para a solda. Basta uma mal feita e não adianta ele ser feito do mais resistente material, é ali que a vaca vai pro brejo. Portanto, escolher o fabricante geralmente é mais importante que o material.
A soldagem é a parte mais complicada para quadros de materiais leves, tais como, alumínio, scandium, magnésio, etc. Diferentemente de uma solda elétrica, esses materiais exigem muita perícia e tecnologia para serem unidos de maneira a corresponder à resistência de todo o material. Ela não pode ser porosa, nem grande e nem pequena demais, etc. Visualmente é impossível avaliar uma solda depois do quadro pronto e pintado, portanto, saber do histórico do fabricante é a melhor saída para não ter que terminar uma trilha empurrando.
Desenho
O desenho, além de responder pelo desempenho e conforto, está diretamente ligado também à resistência e consequentemente à durabilidade de um quadro. Para ligas que usam alumínio na composição a construção deve ser tal que não permita que o sistema trabalhe. Isto é, com o movimento da pedalada, a torção do quadro deve ser mínima ou inexistente. A fadiga da liga de alumínio esta diretamente ligada à estabilidade da construção. Mais uma vez, escolher o fabricante é fundamental e antes de começar a namorar um modelo bonitinho ou uma pintura legal. Pergunte a outros ciclistas e ao seu lojista se o distinto não balança demais o rabo ou se tende a estufar o suporte dos freios traseiros quando este é acionado. Alguns fabricantes têm perfis de diâmetros e formas diferentes na parte de trás justamente para evitar essa movimentação.
Materiais para quadros de bike
Agora podemos entrar nas principais ligas de metais para bikers amadores. Este guia é uma base para quem procura o melhor para passeios e trilhas. Deixamos de lado também ligas que muito especiais ou o velho aço de bikes de supermercado. Vamos ao que você irá encontrar na sua loja de bicicletas.
Cromo
Ou cromo-molibdênio, essa liga de aço tem por característica uma alta resistência e a facilidade de construção. Como sendo da turma do aço, a soldagem pode ser elétrica. Aquele tipo que encontramos em qualquer oficina mundo a fora. Essa é a liga preferida de muitos cicloturistas que adoram se perderem pelo mundo em longas viagens. Como peso não é a principal preocupação e sim a possibilidade de manutenção em locais remotos, ele passa a ser a opção.
A resistência de um material é medida em quilograma força sobre uma área. No caso do cromo, ele pode chegar a 120kg/mm². É a maior entre todas as ligas. O galho neste caso é o peso final do quadro que fica cerca de 50% mais que um de alumínio. Já há registros de designers que conseguiram modelos que chegaram quase no peso de um de alumínio, mas a produção destes quadros são artesanais e difíceis de encontrar.
Para quadros com liga de cromo a capacidade de absorção de impactos é grande e o problema de desgaste por movimento de torção não é significativo, o que faz a durabilidade deste tipo de material ser a maior entre os quadros de baixo custo.
Alumínio
Atualmente o mais vendido entre os quadros para MTB. Mesmo sendo classificado genericamente por alumínio, é preciso estar consciente que se trata também de uma liga e, como o alumínio é o principal componente, ele dá o nome. Mas aqui a diferenciação se dá pela numeração. Você já ouviu falar ou vai ouvir a seguinte frase “é em alumínio 6000″. A numeração é quem define a liga, são basicamente duas séries de ligas, seis e sete mil. Existe ainda um ajuste fino do tipo 7090 ou 6030, etc. Mas isso é papo pra engenheiro. Você sentirá diferença somente entre as duas séries.
A diferença palpável é no peso. A série 7000 produz quadros mais leves. Isso porque eles conseguiram uma liga mais dura e com isso puderam reduzir a espessura das paredes dos perfis, assim reduzindo o peso geral.
A busca dos pesquisadores é sempre por um material que não se altere ao longo de variações de condições de uso, como temperatura e esforço. Quanto maior for a amplitude dessas condições, sendo que o material fique do mesmo jeito, melhor. Esse conceito vale também para o quadro como um todo, ele deve permanecer igual ao fim de um downhill irado. E para isso entram mais duas coisas na composição: desenho e forma do perfil.
Já falamos da importância do desenho para a estabilidade do material e consequentemente durabilidade do quadro. Mas o formato dos perfis também influencia na resistência do conjunto. Pode reparar que com a série 7000 apareceram perfis triangulares. Com isso conseguiu-se aumentar mais a resistência e diminuir peso.
Hoje um quadro de alumínio esta abaixo de 2kg e com uma durabilidade estimada em dez anos. Isso tudo para um preço razoável.
Scandium
O que vemos sendo vendido como scandium é na verdade uma nova liga de alumínio com esse metal na composição. O que se conseguiu foi uma liga mais resistente que a série 7000 e com isso mais redução de peso. Um quadro dessa liga se aproxima fácil de só um quilo de peso. O que temos é uma redução significativa de peso por um acréscimo de 50% no preço do quadro.
O scandium é uma invenção russa que com o fim da guerra fria chegou ao ocidente nos anos 90. Eles precisavam de um material leve e resistente para as pontas dos mísseis que seriam lançados da Sibéria. O foguete precisava ter uma ponta dura para furar a camada de gelo ao ser lançado sem que o peso fosse problema.
Hoje o metal é usado para temperar o alumínio dando uma resistência extra para a liga com um custo ainda viável. Para quadros de scandium, valem todas as considerações de construção do alumínio.
O que podemos destacar é que esta liga vai colocar em cheque o uso de fibra de carbono para bikes. A diferença de peso entre as duas (fibra e scandium) é muito pequena e o preço da última tenderá a cair com a massificação da produção.
Fibra de carbono
Todo mundo que já assistiu a uma corrida de Fórmula 1 sabe de cor e salteado as benesses da fibra de carbono. O material tão leve quanto resistente. E claro, caro, muito caro. Quadros para bikes com este material ficam com menos de um quilo de peso. Isso faz muitos ciclistas de fim de semana sonharem com desempenhos fabulosos por arrastar menos peso pelo caminho.
Agora o que poucos falam é que na composição da fibra vai mais ou menos resina. Quanto menos resina, mais fibra é necessária e custo sobe. O galho é que a resina é sensível aos raios UV e quanto mais banho de sol na sua bike, mais cedo ela se desmancha. Saber o quanto de resina esta sendo usada nos modelos que nos chegam a preços acessíveis, é o problema para definir a durabilidade de um quadro desse tipo. Portanto, ter um quadro de carbono pode fazer sua imagem melhorar junto à turma, mas pode ser mais caro do que você imagina.
Titânio
Esse é o cara. Leve, flexível, ultra-resistente e não oxida. Agora, você precisa ter um orçamento militar de primeiro mundo para poder se dar ao luxo de teu um.
O titânio é o material que conseguiria congregar as melhores virtudes de todos os tipos de ligas que falamos até agora. Mas parece que ele também soma o preço de todos eles e ainda o multiplica por algum fator: é caro, muito caro. O que até inibe a oferta por vários fabricantes, mesmo que tenha gente disposta a pagar pelo luxo. O que faz dele algo raro de encontrar. Atualmente ouvimos mais falar do uso desta liga em bikes de equipes profissionais de ciclismo.



